domingo, 19 de agosto de 2007

Aula 3 TAREFA para aula de Tabagismo

Turma

O Dr Pilan pediu para vocês ao longo desta semana separarem notícias da mídia sobre o tabagismo para a próxima aula. (pode ser midia impressa- jornais, revistas ou midia eletrônica). Caprichem!!!

Outra dica: visitem o site do INCA (links sugeridos)

Ate logo

14 comentários:

Anônimo disse...

medjunior.vilabol.uol.com.br/falando.htm
Atividades educativas
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25 – Atividades educativas
As atividades educativas para o controle do tabagismo procuram atingir os vários grupos populacionais, utilizando estratégias específicas para cada grupo. É fundamental que os profissionais de saúde e educação estejam alertados para o papel que devem desempenhar, para que contribuam para estas atividades. Tais grupos são prioritários por serem modelos de comportamento para a população em geral (médicos, enfermeiros, professores etc.). Aos pais, que servem de modelo dentro do núcleo familiar, cabe alertar às crianças e adolescentes quanto à nocividade do uso dos produtos do tabaco, para que estes não sejam as futuras vítimas da dependência à nicotina. O aconselhamento e sobretudo exemplo dados pelos pais são determinantes do comportamento dos filhos. Trabalhos na Noruega mostram que, dos adolescentes que começam a fumar, cerca de 72% vêm de famílias onde os pais fumam ou permitem que seus filhos fumem. No Brasil também já foi comprovada a relação entre pais fumantes e filhos que fazem uso do cigarro.
Outros grupos também devem ser alertados. O cigarro é altamente prejudicial à saúde da gestante, com efeitos deletérios sobre o feto e o recém-nascido. Desta forma, campanhas educativas devem ser direcionadas a este grupo, explicando à futura mãe os riscos do cigarro. Estas campanhas devem, também, estender-se à população feminina em geral, uma vez que a mulher vem sendo um dos alvos prediletos da publicidade do cigarro. O fumante passivo precisa ser conscientizado dos riscos da exposição à fumaça do cigarro e dos seus direitos de não se expor a ela. Campanhas devem ser desenvolvidas para proteger o não-fumante em locais públicos e sobretudo nos locais de trabalho, enfatizando que a maioria da população (76%) é de não-fumantes. As instituições privadas e públicas devem desenvolver políticas para controle do tabagismo, protegendo os seus funcionários e o ambiente no qual eles trabalham.
Um mundo livre de tabaco
É necessário que todos os grupos sociais mobilizem-se, de forma esclarecida, para o controle do tabagismo, para que as gerações futuras possam desfrutar de ambientes com menor poluição tabagística. É importante, que as crianças e os adolescentes, atuem como fortes agentes de mudança comportamental e social.
Para isto é fundamental que todos participem, informando, protegendo crianças e gestantes da fumaça do cigarro, criando ambientes livres do fumo e incentivando e apoiando o trabalho dos órgãos de saúde e de lideranças do governo na busca de soluções para o plantio alternativo de tabaco, na elaboração de legislações específicas, no desenvolvimento de atividades nas escolas que abordem o tema, etc.
Enfim, todos devem contribuir para que se alcance uma sociedade livre de tabaco.


Sucesso é conseguir aquilo que você quer. Felicidade é querer aquilo que você conseguiu.
(anônimo)
Nenhum homem que não domine a si, é livre. (Epícteto)

Ana Huck

Anônimo disse...

O tabagismo tem uma tendência na minha opinião de reduzir cada vez mais, por conta dos inúmeros mecanismos de conscientização e educação da comunidade.
Tanto escolas, igrejas e centros comunitários e postos públicos em geral, estão embuídos de combater a dependência de qualquer grau, incluindo o cigarro.
Sonia Rojas

Anônimo disse...

Sou ex fumnte e sei o quanto é dificil a tomada de decisão de abandonar o vicio.
Normalmente existe um objetivo maior a ser alcançado e por prioridade é estabelecido parar de fuma.
Foi o que aconteceu comigo. Mesmo não tendo, com o decorrer do tempo alançado, por motivos alheios a minha vontade, o objetivo, ainda assim percebi a diferença que fez para minha saúde, minha aparência e meu bolso, então decidi não retornar à prática de fumar.
Teria que continuar como estava, meu próximo desafio era este "a manutenção" e consegui 10 anos já se passaram.
Acredito que muitas pessoas são capazes de dar o passo, como tudo basta querer e após se necessário buscar ajuda.

Sueli Moreira

Anônimo disse...

Sou ex fumnte e sei o quanto é dificil a tomada de decisão de abandonar o vicio.
Normalmente existe um objetivo maior a ser alcançado e por prioridade é estabelecido parar de fuma.
Foi o que aconteceu comigo. Mesmo não tendo, com o decorrer do tempo alançado, por motivos alheios a minha vontade, o objetivo, ainda assim percebi a diferença que fez para minha saúde, minha aparência e meu bolso, então decidi não retornar à prática de fumar.
Teria que continuar como estava, meu próximo desafio era este "a manutenção" e consegui 10 anos já se passaram.
Acredito que muitas pessoas são capazes de dar o passo, como tudo basta querer e após se necessário buscar ajuda.

Sueli Moreira

Anônimo disse...

Pessoal se puderem, vejam o filme Obrigado Por fumar. Tem nas locadoras.
Sonia

Anônimo disse...

Também sou ex-fumante ( 15 anos ) e sou testemunha do que este vício é capaz de produzir em nosso organismo; ( mau humor, cansaço, disânimo, perde de sono, impotência sexual, etc.... ) mais um belo dia de domingo ao acordar, minha esposa disse-me, que bafo, que cheiro ruim exala de sua boca; foi o ponto final, nunca mais tive siquer vontade de fumar, muito pelo contrário, TENHO PAVOR DAQUELA FUMAÇA.

Celso H R Cruz

Anônimo disse...

Sou Coordenadora do Programa de Tabagismo da Medial Saúde / Amesp, estamos em fase de adaptação, iniciamos a pouco tempo, portanto estamos buscando melhoria, aprendizado com os erros e dificuldades. Li bastante sobre isso recentemente, participei de um evento na ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida) dia 29/05 com a Cardiologista Jaqueline Scholz Issa, Diretora do Programa Ambulatorial de Tratamento do Tabagismo do INCOR, médica de referência aqui no Brasil e fora, no tratamento de dependência ao Tabaco. Já realizou vários trabalhos, programas e publicações. Gostaria de compartilhar algumas coisas que aprendi nesse evento, particularmente gosto muito da linguagem que a Dra usa, acho de fácil entendimento e praticidade.
Ela atua no Programa de Assistência aos Fumantes, colocou que os Tabagistas param de fumar pelo 1° motivo “saúde” e 2° motivo “por não ser mais bem vindo na sociedade atualmente” (exclusão). Hoje o Tabagismo é diagnosticado como Doença e não mais uma questão de hábito. Hoje temos 1 Bilhão de Homens fumantes, 70 % na China. Chega a 250 milhões de mulheres fumantes e sabe-se que a mulher é mais vulnerável aos efeitos do Tabagismo. Enquanto os quadros patológicos atingem 3X mais nos homens, nas mulheres isso aumenta para 6X mais de consequências na saúde devido ao uso do cigarro. A Dra pontuou que a pessoa terá mais benefício na saúde se parar o quanto antes, mas sempre haverá benefícios. Para quem consegue parar até os 30 anos, terá uma sobrevida de quem nunca fumou. Relatou que a Gestação na mulher, auxilia muito para Cessação. No tratamento de Tabagismo a maior dificuldade é manter a Cessação, por isso, nenhum Programa de Tabagismo tem um bom resultado se o acompanhamento for inferior a 52 semanas, devido as recaídas (algo comum) por sentir dificuldade de concentração, ansiedade (ou por medo de enfrentar os problemas ou por Abstinência mesmo). O uso de medicação é indicado ser no mínimo de 12 semanas.
O Tabagismo é uma Doença Crônica e Recorrente, como qualquer outra, DM, HAS...a diferença é que a descompensação (recaída) é visualmente percebida. A Dra, pontuou, que não temos médicos hoje preparados suficiente para esse tratamento. O Tabagismo é considerado o 2° tratamento mais difícil de controlar na área da saúde, somente perde para Obesidade conforme pesquisas.
Podemos considerar hoje sucesso de um Programa se 30 a 40% dos participantes conseguirem Cessação, devido a dificuldade, essa é a média.
Para quem quiser saber mais sobre Tabagismo e o trabalho da Dra Jaqueline segue o site:
Site: www.deixardefumar.com.br e Telefone de contato 3675-2629.

Telma Vasconcelos

Luis Pilan disse...

Rede Ibero-Americana de Controle do Tabagismo
A partir de agora, o boletim da Aliança Por um Mundo sem Tabaco conta com uma coluna especial sobre a Rede Ibero-Americana de Controle do Tabagismo (RIACT).

A RIACT foi lançada pelo Ministro da Saúde do Brasil, José Gomes Temporão, no dia 31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco. O objetivo é integrar as instituições governamentais dos países ibero-americanos, que coordenam as ações de controle do tabagismo, promovendo a troca de experiências e a cooperação mútua.

Esta proposta atende aos artigos 20 e 21 do primeiro tratado internacional para o controle do tabaco, denominado Convenção-Quadro. O acordo determina a adoção de medidas que promovam o intercâmbio de informações científicas, técnicas, socioeconômicas, comerciais e jurídicas entre os Estados que compõem o tratado.

O Instituto Nacional de Câncer do Brasil, órgão do Ministério da Saúde responsável pela coordenação nacional das ações de controle do tabagismo no país, será o articulador desta rede.

Esta nova coluna trará notícias das ações de controle do tabagismo dos países da América Latina, Portugal e Espanha, além de informações dos trabalhos da RIACT. Conheça mais sobre a Rede Ibero-Americana de Controle do Tabagismo acessando o sítio eletrônico http://www.redecancer.org.br/riact/

Fonte : RIACT

Luis Pilan disse...

Pessoal,
Qualquer intervenção em relação ao tabagismo é válida!!!!
Gostaria que vocês comprassem esta idéia no serviço de vocês.
Antes de qualquer intervenção é importante conhecer a população que vocês irão trabalhar e saber em que fase de motivação eles estão!
Para cada fase, a abordagem é diferente!

Luis Pilan disse...

Sueli,
Concordo plenamente com o seu comentário! Muitas pessoas capazes, basta querer!!!!!
Mas, é muito importante oferecer ajuda para àquelas que querem, mas estão com dificuldades!
Parabéns pela conquista de deixar de fumar!

Anônimo disse...

Ola pessoal
Esta semana estou bastante ocupada. Na proxima semana espero terminar a liçao de casa.
Estou atuando durante o exame periódico,dentro dos principios que vimos no curso,isto é, conversando com o funcionário sobre o tabagismo, vendo em que estágio de motivação ele se encontra etc. A partir disto espero ajudar as pessoas a pararem de fumar.
Sou ex-fumante,parei sem ajuda medicamentosa e estou sempre alerta ao perigo da recaida. Isto me ajuda bastante a vencer o desejo de fumar (parei de fumar há 4anos). Agora tenho condições de ajudar meus pacientes e espero fazê-lo com seriedade.O curso esta me ajudando bastante.
Sonia Montenegro

Anônimo disse...

Olá,

Conseguimos entrar no blog para fazer alguns comentários, gostariamos de informar nossa percepção referente a aula de tabagismo ministrada pelo Enfermeiro Alfredo, onde foi muito rica de informações, e poderemos ser multiplicadores de todo o conhecimento adquirido, o mesmo conduziu de uma forma muito agradável e simpática com uma certa dose de humor fazendo com que a aula transcorresse com muita dinâmica e interesse por todos os participantes do curso, e agradecer a todos que fizeram parte direta e indiretamente na montagem desta aula onde foi rica de informação e prevenção, até para (cleide e Zilda) que somos ex-fumantes, e que fortaleceu ainda mais na nossa opinião a não voltar a fumar.

Turminha, até a próxima aula

Bom feriado!!!

CLEIDE-BETE-ZILDA***

Anônimo disse...

Olá

Quero parabenizar o Dr Pilan e o Alfredo pela última aula sobre Tabagismo, a aula foi dinâmica, tivemos diversas demonstrações e alternativas para negociar com o Tabagista (PANPA), até para quem não fuma acredito que sairam de lá com muita vontade de colocar em prática e ser um educador para pessoas com esse hábito.

Anônimo disse...

Me desculpem, esqueci de assinar minha mensagem.

Simone Bispo